Algumas perguntas de um tempo para cá têm me perseguido. E todas são relacionadas ao mesmo assunto: teríamos apenas uma melhor fase na vida? Não sei medir o que teria sido a “the best of all”! Até porque a mania de separar a vida em áreas distintas: amor, profissional, saúde, social, família e outros, gera uma dificuldade de eleger aquela fase totalmente perfeita. Talvez comparando fases da vida muito ruins em que nada dá certo e tudo de esquisito acontece como o computador que quebra, seu rosto enche de espinhas sem razão, todos parecem reagir ao contrário do que você imagina, o trabalho fica insuportável... um momento mais light vira o melhor em segundos. Também não acredito que envelhecendo, as melhores fases serão aquelas que já passaram como a adolescência e as suas descobertas e falta de compromisso com tudo ou a inocência da infância. E também não quero crer que aos 40 anos tudo melhora. E muito menos acreditar que quando envelhecemos mais ainda, fica tudo mais difícil e a saudade do tempo que passou faz parte da rotina do dia-a-dia. Mas afinal, ainda é possível afirmar que existe a melhor época da vida? Talvez o que podemos dizer é que existem fases em que priorizamos mais algumas áreas do que outras. E é esta prioridade que talvez defina o que achamos mais interessante ou não. Independente dos “achismos” a parte, quero que a minha melhor fase seja sempre a de agora. Mesmo que englobe os piores acontecimentos e misture com as alegrias deliciosas da vida em uma salada muito esquisita, o presente momento tem que ser o melhor de todos, assim como o próximo será! O que vier de ruim servirá como memória para não repetir o mesmo erro. E o que for espetacular povoará para sempre meu arquivo de melhores momentos, assim como um álbum de fotos que serve para curtimos em dias de “relembrar é viver”. Ai ai...
domingo, 1 de junho de 2008
Existe a melhor?
Algumas perguntas de um tempo para cá têm me perseguido. E todas são relacionadas ao mesmo assunto: teríamos apenas uma melhor fase na vida? Não sei medir o que teria sido a “the best of all”! Até porque a mania de separar a vida em áreas distintas: amor, profissional, saúde, social, família e outros, gera uma dificuldade de eleger aquela fase totalmente perfeita. Talvez comparando fases da vida muito ruins em que nada dá certo e tudo de esquisito acontece como o computador que quebra, seu rosto enche de espinhas sem razão, todos parecem reagir ao contrário do que você imagina, o trabalho fica insuportável... um momento mais light vira o melhor em segundos. Também não acredito que envelhecendo, as melhores fases serão aquelas que já passaram como a adolescência e as suas descobertas e falta de compromisso com tudo ou a inocência da infância. E também não quero crer que aos 40 anos tudo melhora. E muito menos acreditar que quando envelhecemos mais ainda, fica tudo mais difícil e a saudade do tempo que passou faz parte da rotina do dia-a-dia. Mas afinal, ainda é possível afirmar que existe a melhor época da vida? Talvez o que podemos dizer é que existem fases em que priorizamos mais algumas áreas do que outras. E é esta prioridade que talvez defina o que achamos mais interessante ou não. Independente dos “achismos” a parte, quero que a minha melhor fase seja sempre a de agora. Mesmo que englobe os piores acontecimentos e misture com as alegrias deliciosas da vida em uma salada muito esquisita, o presente momento tem que ser o melhor de todos, assim como o próximo será! O que vier de ruim servirá como memória para não repetir o mesmo erro. E o que for espetacular povoará para sempre meu arquivo de melhores momentos, assim como um álbum de fotos que serve para curtimos em dias de “relembrar é viver”. Ai ai...
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terça-feira, 1 de abril de 2008
Aquilo que é bom e todo mundo gosta!
Quero escrever sobre respeito. Quero entender porque algumas pessoas não compreendem muito bem esta palavrinha que é objetiva e de fácil assimilação. Afinal de contas, sem ela não há entendimento entre as pessoas, não há possibilidade de convivência entre aqueles que consideramos “diferentes” do que achamos que é “normal” segundo nossos próprios conceitos de normalidade. Ter respeito por alguém é se relacionar com troca mútua. Não há ganhador ou perdedor. Quando há respeito entre as pessoas, a relação é de consideração ao próximo. Aquela frase batidérrima de “não fazer aquilo que não gostaria que lhe fosse feito”, é a base do que estou falando. Mais uma vez é simples, para que complicar? Você gosta de ser enganado? De escutar inverdades? De ser passado para trás? De escutar que alguém gosta de você só para ter alguma coisa em troca, pois na verdade não curte nem um pouquinho? Gosta mesmo disto tudo? Duvide-o-dó! Então meus queridos, respeito é bom e todos nós AMAMOS! Vamos parar com esta palhaçada de confundir idéias, de fingir ser algo que não é, só para ter em troca alguns momentos rasos de prazer e emoção. Respeite aquilo que você considera sagrado para você e já vai começar bem! Acha antiquado? Pura besteira! É super atual! Vivendo a vida se respeitando e respeitando os outros é vivê-la com mais leveza, sem remorsos e com muitas milhagens de alegria pela frente. Se você não acredita, então nem reflita sobre isto, entretanto é mais sério do que se imagina.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Aluga-se Amor!
Aluga-se amor! Aluga-se um amor verdadeiro, louco para mostrar todo o seu lado mais bobo e apaixonado! O perfil do interessado é aquele que tem dificuldades de amar, que não sabe demonstrar seu afeto e que apesar de preferir qualidade do que quantidade gosta de fingir para o mundo que está achando o máximo a variedade da raça humana. Pelo o que tenho visto, sentido e observado em diversos grupos de amigos, ficaria rica ajudando essas pessoas. Seria fácil! A pessoa que não ama ninguém aluga um pouco de amor e pronto! Apaixona-se! Ah que maravilha! Se quiser renovar o contrato para mais uma temporada, OK, ganha inclusive desconto por preferência e fidelidade ao serviço. Se desistir do aluguel, é porque comprou o seu próprio ou mudou, tudo bem. Pelo menos teve a oportunidade de provar um pouco deste sentimento tão gostoso e que parece estar escasso nos dias de hoje. Aproveite, que para ajudar, criei uma promoção, tipo pague 1 e leve 2. Você aluga amor e ganha uma dose de carinho, ou se quiser uma dose de atenção, cafuné...enfim, outros itens também em falta no mercado. Vou te dizer que certeza total eu não tenho, mas estou sentindo que é melhor organizar uma lista de espera. Tem muita gente querendo alugar amor e não tem coragem de admitir. Talvez com este empurrãozinho, quem sabe?
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Re...Início...
A idéia principal com o primeiro texto do blog era de alguma forma externar essas sensações esquisitas que só quem já passou dos 30 anos de idade sabe do que estou falando. Mas com o passar do ano, outros temas foram surgindo e o que deveria ser um simples desabafo balzaquiano, virou um desenrolar de sentimentos e emoções vividos a cada mês. E quem as lia se identificava com algum momento da vida, mesmo longe dos 30 anos. Os -18/20/40/50+ anos se identificaram com a avalanche de pensamentos que foram sendo descritos e que todos nós passamos em algum momento da nossa longa vida. E mesmos aqueles que não se encontraram de alguma forma nas palavras, manifestaram suas opiniões como se tivessem sentido a mesma alegria, angústia ou medo, passando pelo mesmo processo de descobertas de nós mesmos. Papo meio auto-ajuda ou piegas? Pode ser, mas OK. Viva os amigos e anônimos que leram os textos e permitiram que este humilde blog seguisse seu caminho no ano de 2007! Viva também a vida, que com todas as loucuras mais absurdas de acontecimentos, trouxe idéias para os mais diversos assuntos. Se não fossem as mil dúvidas compartilhadas com todos, este blog não teria motivação para continuar a existir neste oceano de informações que é a internet. 2007 já foi e com ele todas os episódios aqui descritos e que ficaram registrados neste espaço democrático. Um brinde meio atrasado a 2008 e que venham novas estórias, boas ou ruins, mas sempre muito gostosas de compartilhar!
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Reduzindo para Aumentar
Todo final de ano c'est la même chose. Começamos a dar aquela desacelerada para pensar no que fizemos de positivo ou não no ano que se prepara para dar adeus. Para quem é sistemático, assim como eu, que escreve suas resoluções de final de ano e ainda, literalmente, assina embaixo se comprometendo a cumpri-las, tem neste período um checklist redondo dos projetos que foram conquistados, aqueles que conseguimos finalizar ou pelo menos iniciar seu caminho. E claro, todos os outros projetos que não saíram do papel e que pertencerão á lista do próximo ano. Meio que empurrar com a barriga, mas com a promessa (sempre!) de que “darei cabo no assunto no ano que vem”. Além disto, ainda tenho a loucura de separar as resoluções por áreas: profissional, social, amor, família, saúde, material e outros (!)...uma beleza, caso perfeito para psicólogos de plantão. Mas independente das organizações, todo final de ano traz um pouco de reflexão, palavra naturalmente profunda e interessante: REFLEXÃO.... Da vida de um modo geral, das etapas que vamos passando e tirando tudo o que é bom das experiências boas, assim como dos erros experimentados meio a contra-gosto. Logo, logo chegará aí mais um ano cheio de surpresas e novos acontecimentos. Pacote perfeito para crescermos como ser humano e também respirarmos novas idéias e ainda, simplesmente, fazer o bem! Ótimo não? Pois então, acelerem os motores! Que venha 2008!
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
O louco que nos habita
Sabe aquela figura louca que habita nosso interior e que de vez quando desperta com ferocidade total? Aquele louco tem seu lado bom e ruim. Tem situações que precisamos de uma certa insanidade, ou seja, um pouco mais de coragem para tomar decisões sem pensar muito. Neste caso, este louco vem bem a calhar, com suas idéias mirabolantes e sem freio na atitude. Já em outras situações em que você não acredita mais no seu lado sadio, o louco perturba e te enche de caraminholas na cabeça. O louco que nos habita cresce mais que nós mesmos e vai ganhando forma em nossos corpos. Diz coisas que não sentimos, faz bagunça no nosso ego e distorce nossas visões de mundo e de tudo que nos cerca. E mais, este louco que nos habita faz que concordemos somente com ele, não deixando abrir espaço para a opinião alheia. É, mas apesar de toda esta carga negativa, este ser insano um dia vai embora e deixa como resultado muita reflexão, algumas risadas das loucuras que passamos ao lado dele e o quanto pensamos que a vida pode ser louca e difícil, mas também doce, doce.
terça-feira, 9 de outubro de 2007
O Segredo de Quem Somos (e com quem contamos)
Tudo aquilo que escutamos dos outros, dos amigos, dos filmes e livros de auto-ajuda sobre o poder de termos o que queremos ter, é verdade. Tudo aquilo que já foi dito e explicado através das mais bizarras teorias sobre este assunto, é verdade também. Parece-me que o segredo de tudo isto, é de como somos e pensamos. Se formos pessoas confiantes, teremos resultados confiantes. Se pensarmos positivo em algum projeto, com certeza tudo ocorrerá bem. Isto não tem erro! Não existe outra fórmula. É o mesmo princípio, eu acho pelo menos, de emagrecer. Não há outra maneira, a não ser comer menos x exercícios físicos. Isto tudo está resolvido na minha cabeça. A minha questão é: e aquele pensamento incômodo que surge cruzando o caminho do bom pensamento? Aquele que angustia, mesmo você estando em seu estado mais Polyanna misturado com um certo ar Odara? Porque ele cisma em chegar? Mesmo espalhando por todos os cantos frases mais que estimuladoras, como “Nunca desistir dos sonhos!”, “Transformar obstáculos em resultados”, “Vamos que vamos!”, este pensamento com um pé no negativo e no medo acaba surgindo. São nestas horas de um certo descontrole mental que procuro me cercar de bons amigos e conselheiros bacanas, que mesmo tendo uma noção que meu pensamento negativo tem um certo fundamento, fazem o papel de “levanta a moral, está tudo indo bem!”. São estes verdadeiros levanta-moral-de-todo-mundo, que devemos contar nos momentos dos “serás?” da vida. E no final, dá tudo certo!
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